Câmeras 360°
Conjunto de câmeras distribuídas em torno da coluna, cobrindo os acessos, a calçada e a via em ângulos complementares — sem o ponto cego típico de uma câmera única fixada em fachada.
Estrutura própria de videomonitoramento do Grupo Demelo: câmeras de alta definição, iluminação inteligente e sinalização ostensiva em um único equipamento — instalado, energizado e operando dia e noite.
O poste de monitoramento do Grupo Demelo reúne, em uma única estrutura vertical, tudo o que um ponto precisa para ser observado: câmeras em múltiplos ângulos, iluminação, sinalizador de alerta e uma identidade visual que ninguém deixa de notar.
Cada poste é montado com o mesmo conjunto de recursos, para que o padrão de segurança seja o mesmo em qualquer ponto da operação.
Conjunto de câmeras distribuídas em torno da coluna, cobrindo os acessos, a calçada e a via em ângulos complementares — sem o ponto cego típico de uma câmera única fixada em fachada.
Módulo de iluminação embutido na própria coluna. Área iluminada é área que a câmera enxerga — e que o pedestre atravessa com mais segurança depois que escurece.
As imagens não ficam apenas gravando em silêncio: o ponto é acompanhado de forma contínua, com registro disponível para consulta quando um episódio precisa ser reconstituído.
Sinalizador rotativo no topo da coluna. Um alerta visual que se enxerga de longe e comunica, sem depender de som, que algo está sendo acionado naquele ponto.
Coluna metálica sobre base chumbada, com equipamentos posicionados fora do alcance de mão. Projetada para ficar exposta na rua, o tempo todo, em qualquer clima.
Amarelo Demelo, altura de destaque e a mensagem escrita na coluna. O poste comunica que aquele ponto é monitorado antes mesmo de a primeira imagem ser gravada.
Todo poste sai de fábrica no mesmo padrão. A quantidade de câmeras é o único item que varia, definida no estudo do ponto.
Luz de alerta vermelha no ponto mais alto da coluna, visível de qualquer direção.
Luminárias integradas ao corpo do poste, iluminando a área coberta pelas câmeras.
Unidade embutida na coluna, responsável pelo enquadramento principal do ponto.
De duas a três unidades em braços independentes, ajustadas para acessos, calçada e via.
Amarelo de alta visibilidade com a marca Demelo e o aviso "MONITORAMENTO 24 HORAS".
Bloco metálico chumbado ao piso, que sustenta a estrutura e abriga a infraestrutura elétrica.
O caminho é o mesmo nos 16 pontos que já operam — e será o mesmo no seu.
Visita técnica ao endereço para definir onde o poste rende mais: acessos, fluxo de pedestres, iluminação existente e quantas câmeras o local pede.
Fixação da base, montagem da coluna, energização e ajuste fino do enquadramento de cada câmera. Calçada liberada no mesmo dia.
O ponto entra em captação contínua. Iluminação e sinalizador passam a trabalhar junto com as câmeras, inclusive de madrugada.
Quando algo acontece, o histórico do ponto é localizado e disponibilizado para quem precisa reconstituir o episódio.
Boa parte do resultado de um ponto monitorado não aparece em nenhuma gravação: está na ocorrência que não chegou a acontecer. Um poste de quase três metros, amarelo, com câmeras à vista e a palavra monitoramento escrita na coluna, muda o cálculo de quem passa avaliando uma oportunidade.
A câmera escondida serve para provar o que aconteceu.
O poste sinalizado serve para que não aconteça.
Cada pino é um poste do Grupo Demelo já instalado e monitorando. Clique em um ponto da lista — ou no próprio mapa — para ver o endereço, a quantidade de câmeras e abrir a localização no Google Maps.
Pontos monitorados
Não foi possível carregar o mapa interativo. A lista ao lado continua funcionando: cada ponto abre direto no Google Maps.
Portaria, entrada de garagem e a calçada que o muro não alcança — hoje já são a maior parte dos pontos em operação.
Lançamentos e obras entregues que precisam de vigilância no entorno desde o primeiro morador.
Fachadas, estacionamentos e áreas de carga e descarga em ruas de fluxo intenso.
Trechos de rua, largos e áreas comuns onde não existe uma edificação para receber câmeras.
De três a quatro, conforme o estudo do ponto. Nos 16 postes hoje em operação são 52 câmeras no total: a maioria dos pontos opera com três, e os locais com mais acessos recebem a quarta unidade.
Não há obra pesada. A estrutura é apoiada em uma base metálica chumbada ao piso, com ocupação mínima da calçada. A definição do local exato faz parte da visita técnica, antes de qualquer instalação.
A alimentação elétrica é definida na etapa de estudo do ponto, junto com o posicionamento. A infraestrutura fica abrigada na base do poste.
Sim. Quando um único ponto não cobre toda a área, instalamos estruturas independentes — é o caso do Cube Office³, que opera com dois postes no mesmo endereço, somando seis câmeras.
O ponto fica em captação contínua e o histórico é localizado a partir da data e do horário informados. O procedimento de solicitação é combinado no início do contrato.
Os pontos em operação hoje estão em São Paulo e Guarulhos. Para endereços fora dessa região, fale com a nossa equipe: avaliamos a viabilidade caso a caso.
O poste é deliberadamente ostensivo: a coluna sinalizada e as câmeras à vista deixam claro que a área é monitorada, o que é justamente o que a boa prática de videomonitoramento em ambiente público recomenda. O tratamento das imagens segue a legislação aplicável, inclusive a LGPD.
Diga o endereço e o que precisa ser observado. Nossa equipe avalia a viabilidade, define quantas câmeras o local pede e apresenta a proposta do poste completo — estrutura, instalação e operação.
Resposta em horário comercial.